DIABETES: O que os farmacêuticos podem fazer pelos pacientes?

Hoje é dia do farmacêutico e por este motivo resolvemos publicar uma entrevista com o farmacêutico Roberto Barbosa Bazotte. esta entrevista foi publicada na Revista Pharmácia Brasileira, uma publicação do CFF – Conselho Federal de Farmácia.

Leia abaixo a integra da publicação. Continuar a Ler DIABETES: O que os farmacêuticos podem fazer pelos pacientes? »

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A cura para o diabetes tipo 1 esta próxima?

Aqui está uma boa notícia para os diabéticos!

Os cientistas afirmam que um novo tratamento para curar a diabetes tipo 1 esta a caminho, depois de descobrirem uma forma de “reiniciar” o pâncreas, reduzindo assim a necessidade de aplicações diárias de insulina.

Uma equipe da Universidade de Illinois usou células-tronco encontradas no cordão umbilical para “reeducar” células-T imunes em pessoas com diabetes, que podem neutralizar as células mutantes ou danificadas.

Este reiniciar do pâncreas reduz a necessidade de insulina em até 38% em apenas 12 semanas, de acordo com as descobertas publicadas na revista científica BMC Medicine.

Dr. Yong Zhao, que liderou a equipe, foi citado pelo “Daily Express”, dizendo: “Este é um grande passo para a cura.”

Diabetes UK, descreveu as idéias por trás do estudo como “inovadora”.

Fonte: Financial Express

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Porque os medicamentos são tão caros no Brasil?

Sempre somos questionados por que os medicamentos no Brasil são tão caros. O que muita gente não sabe é que os preços cobrado nas farmácias é definido pelo governo federal, através da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), esta por sua vez limita o preço máximo ao consumidor (PMC), desta maneira os valores dos medicamentos é sempre quase o mesmo, podendo variar de estado para estado dependendo do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria) cobrado.

O que acontece muito para baixar preços de uma farmácia para outra, são os descontos oferecidos de uma farmácia para outra.

O Jornal de Santa Catarina, em sua edição impressa de hoje, ilustra bem o que acontece com os preços dos medicamentos no Brasil, em uma matéria de 2 páginas. Foi feita uma comparação de preços de alguns medicamentos em 8 países. Leia abaixo a integra da reportagem. Continuar a Ler Porque os medicamentos são tão caros no Brasil? »

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Então é Natal! Aproveitem para conhecer nossos panettones

Happy Christmas SantaO Natal e esta chegando e a Doce Vida já recebeu os deliciosos Panettones Sem Adição de Açúcar. Confira abaixo e garanta já o seu, pois nosso estoque é limitado. Continuar a Ler Então é Natal! Aproveitem para conhecer nossos panettones »

14 de novembro – Dia Mundial do Diabetes

Hoje, 14 de novembro é Dia Mundial do Diabetes.

Dia de reflexão, pois podemos combater esta epidemia que mata 1 pessoa a cada 8 segundos em todo o mundo.

O Diabetes é uma doença que não discrimina, pode ocorrer em jovens ou idosos; ricos ou pobres; homens ou mulheres.

Vamos agir contra o Diabetes, já! Continuar a Ler 14 de novembro – Dia Mundial do Diabetes »

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Efeitos do Victoza (Liraglutida ) no tratamento da obesidade

O medicamento Victoza do laboratório dinamarquês Novo Nordisk, cujo o principio ativo é a Liraglutida, já é comercializado na Europa desde 2009.  Sua comercialização no Brasil teve início em junho de 2011, inicialmente aprovada pela Anvisa para pacientes diabéticos tipo 2.

A Liraglutida tem sua ação semelhante ao  GLP-1, hormônio secretado naturalmente pelo trato gastrointestinal, que  incluem aumento da secreção de insulina dependente de glicose, supressão do glucagon, retardo do esvaziamento gástrico e indução de saciedade

No início de setembro, a revista Veja publicou em sua capa a matéria sobre ” O milagre da perda de peso”, onde a vedete deste milagre seria o uso do Victoza. Desde então a pergunta que não quer calar é: “Victoza ajuda na perda de peso realmente?” Continuar a Ler Efeitos do Victoza (Liraglutida ) no tratamento da obesidade »

Diabetes e problema de saúde bucal

Existe uma ligação entre as doenças gengivais e diabetes?

smile :))Dos 21 milhões de americanos que têm diabetes, muitos podem ficar surpresos com uma inesperada complicação associada com esta condição. Pesquisas sugerem que há uma prevalência aumentada de doenças gengivais (gengivite e periodontite) dentre aqueles com diabetes, somando as doenças gengivais a uma lista de outras complicações associadas com diabetes, tais como doenças cardíacas, acidentes vasculares encefálicos isquêmicos (derrame cerebral) e doenças renais. Continuar a Ler Diabetes e problema de saúde bucal »

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SBD e posicionamento sobre liraglutide e revista VEJA

SBD e posicionamento sobre liraglutide e revista VEJA

A revista VEJA publicou uma reportagem, sendo inclusive matéria de capa, sobre uma medicação: a  liraglutide (nome comercial: Victoza). Nesta reportagem relatam: “PARECE MILAGRE! Um novo remédio faz emagrecer entre 7 a 12 quilos em apenas cinco meses.”

O liraglutide, é um fármaco sintético, e tem como ação primária aumentar as ações de hormônios intestinais como o GLP-1, que apresentam várias ações benéficas no organismo, principalmente no controle do metabolismo da glicemia agindo na biomodulação do glucagon e da insulina no pâncreas de pacientes diabéticos.

Esses dados foram comprovados em diversos estudos clínicos, o que permite colocá-lo como mais uma interessante arma no controle da glicemia nos portadores dessa doença. Portanto, até o momento, essa é a única indicação disponibilizada pelas diversas agencias reguladoras em todo mundo: o tratamento da hiperglicemia em portadores de diabetes tipo 2.

Além destes efeitos, estudos têm sinalizado para que esses fármacos também apresentem ações sacietógena central, redução na velocidade do esvaziamento gástrico e motilidade intestinal, levando, com isso, a perda de peso inicial nos diabéticos estudados.

Droga similar já existe a cerca de cinco anos, chamada Exenatide (nome comercial: Byetta). A liraglutide apresenta algumas diferenças para o exenatide, entre elas a vantagem de aplicação única diária, e uma perda de peso maior. Esta perda de peso é inferior ao que foi mostrado na reportagem.

O fator mais importante é que esta medicação foi lançada para tratamento de Diabetes tipo 2, associada à mudança de estilo de vida, e não para tratamento de obesidade. Quanto ao  uso desse medicamento  em obesos não diabéticos, os estudos são ainda escassos, se restringem a poucos pacientes, além de serem de curta duração.  Estudos mais abrangentes encontram-se em curso, o que permitirá no futuro às agencias reguladoras e mesmo às Sociedade Médicas a possibilidade de avaliar de forma prudente e madura sobre a eventual indicação para o tratamento da obesidade.

O próprio laboratório responsável pela liraglutide no Brasil está enviando nota para as entidades e aos médicos deixando claro este posicionamento.

Este padrão de matéria cria vários problemas, como:

  1. Estimula uma fantasia na cabeça do paciente que existe uma medicação milagrosa que faz emagrecer rápido, inclusive desestimulando adequados hábitos alimentares e de exercício físico.
  2. O paciente procura o médico apenas para querer a prescrição, não valorizando inclusive doenças concomitantes associadas ao excesso de peso
  3. A lei da oferta e procura lança o preço para valores exorbitantes. Em Belo Horizonte está em R$ 394.00 reais e o estoque esgotado, com previsões de reposição somente para daqui a uma semana.
  4. Existem estudos para o uso da medicação em obesos, ou pelo menos IMC ≥ 27, mas ainda estão em andamento. Precisaremos no mínimo mais um ano para tomar conhecimento dos resultados, inclusive se haverão efeitos colaterais importantes.
  5. Estamos vendo uma repetição do que foi feito no passado com outras drogas que ofereceram uma mágica, obtiveram uma imensa venda no início e com o tempo  foram retiradas do mercado, ou praticamente não são mais prescritas.
  6. Portanto, a liraglutide não está indicada no momento para uso em obesos não diabéticos.

A Sociedade Brasileira de Diabetes condena propagandas como esta, com um alto grau de sensacionalismo, aproveitando populações portadoras de problemas de saúde que podem levar a baixa estima, e por serem ávidos de soluções, se transformam num público fácil de serem persuadidos.

Matérias como esta prestam um desserviço aos pacientes, e dificultam o trabalho de quem realmente deseja, baseado em ciência, prestar reais benefícios a quem necessita.

Saulo Cavalcanti

Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes

Fonte: SBD

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Esclarecimentos sobre o Victoza (Liraglutida)

Recebemos um volume enorme de e-mails e comentários em nosso blog sobre o Victoza, após a matéria de capa da revista Veja em 07 de setembro de 2011. Muitos destes e-mails e comentários traziam dúvidas sobre a medicação, espero desta maneira esclarecer as dúvidas com as colocações abaixo:

O Victoza, nome comercial da Liraglutida, é um medicamento comercializado no Brasil pelo Laboratório Novo Nordisk, lider mundial no tratamento de Diabetes.

O Victoza tem aprovação da ANVISA sob o registro  MS nº1.1766.0028, sua comercialização no Brasil ocorre na apresentação em caixa contendo 2 canetas de aplicação subcutânea, multidose e descartável.  Cada uma destas canetas tem 3ml de solução injetável, sendo 6mg de liraglutida em cada ml, totalizando 18mg por caneta. Para aplicação da liraglutida, deve ser adquirido separadamente as agulhas para aplicação, que são as mesmas usadas para aplicação de insulina em canetas.

Cada caneta de aplicação de Victoza pode dispensar: 30 doses de 0,6 mg ou, 15 doses de 1,2 mg ou, 10 doses de 1,8 mg. Converse com seu médico sobre qual a  melhor dose indicada para o seu perfil.

Não existe Victoza (liraglutida) na forma de administração Oral, ou seja em forma de comprimidos. Não existe liraglutida genérica.

Victoza é usado para tratar diabetes mellitus tipo 2. Victoza é usado quando dieta e exercício sozinhos já não conseguem controlar seu nível de açúcar no sangue.Victoza pode ser usado junto com outros anti-diabéticos orais.

Victoza não deve ser usado se você tiver diabetes tipo 1 ou cetoacidose diabética.

Victoza não deve ser usado em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos de idade.

Victoza não deve ser usado durante a gravidez. Não é sabido se Victoza pode causar danos ao bebê que está por nascer.

Não é sabido se Victoza passa para o leite materno. Não use Victoza se estiver amamentando.

A única indicação aprovada atualmente para o medicamento é como agente antidiabético.

Não há, até o momento, solicitação na Anvisa por parte da empresa detentora do registro de extensão da indicação do produto para qualquer outra finalidade.

Não foram apresentados a Anvisa estudos que comprovem qualquer grau de eficácia ou segurança do uso do produto Victoza para redução de peso e tratamento da obesidade.

A Anvisa não reconhece a indicação do Victoza para qualquer utilização terapêutica diferente da aprovada e afirma que o uso do produto para qualquer outra finalidade que não seja como antidiabético caracteriza elevado risco sanitário para a saúde da população.

Mônica Amaral Lenzi
Farmacêutica – Educadora em Diabetes
Responsável Técnica da Farmácia Doce Vida
Sua Farmácia Especializada em Diabetes na Internet
www.docevidadiabetes.com.br

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Anvisa alerta sobre o risco do uso inadequado do produto Victoza

Após matéria de capa da revista Veja, ANVISA se pronuncia sobre medicamento VICTOZA (Liraglutida). Leia abaixo o comunicado:

O Victoza é um produto biológico, ou seja uma molécula de alta complexidade, de uso  injetável, contendo a substância liraglutida, aprovado pela Anvisa para comercialização no Brasil em março de 2010. Para o registro do produto na Anvisa, foram apresentados estudos clínicos que comprovaram eficácia e segurança do produto para uso específico como tratamento de diabetes tipo 2.

Portanto, a indicação de uso do medicamento aprovada pela Anvisa é como “adjuvante da dieta e atividade física para atingir o controle glicêmico em pacientes adultos com diabetes mellitus tipo 2, para administração uma vez ao dia como monoterapia ou como tratamento combinado com um ou mais antidiabéticos orais (metformina, sulfoniluréias ou uma tiazollidinediona), quando o tratamento anterior não proporciona um controle glicêmico adequado”.

Nos estudos clínicos do registro e nos relatórios de segurança periódicos apresentados a Anvisa, foram relatados eventos adversos associados ao Victoza, sendo os mais frequentes: hipoglicemia, dores de cabeça, náusea e diarréia. Além destes eventos destacam-se outros riscos, tais como: pancreatite, desidratação e alteração da função renal e da tireóide.

A única indicação aprovada atualmente para o medicamento é como agente antidiabético. Não há, até o momento, solicitação na Anvisa por parte da empresa detentora do registro de extensão da indicação do produto para qualquer outra finalidade. Não foram apresentados a Anvisa estudos que comprovem qualquer grau de eficácia ou segurança do uso do produto Victoza para redução de peso e tratamento da obesidade.

A Anvisa não reconhece a indicação do Victoza para qualquer utilização terapêutica diferente da aprovada e afirma que o uso do produto para qualquer outra finalidade que não seja como anti-diabético caracteriza elevado risco sanitário para a saúde da população.

Fonte: ANVISA

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